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Fundo Comunitário RJ recebe novo embaixador israelense

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Vera  Zilberman, Claudia C. Chor e Gisela S.Wajnberg estiveram na recepção ao novo embaixador

 

O novo embaixador de Israel no Brasil, Reda Mansour, se encontrou com um grupo de contribuintes e ativistas do Fundo Comunitário RJ. A Anfitriã da noite foi Monica Cytrynbaum Aizman que recebeu a todos com carinho e hospitalidade.

O presidente do Fundo Comunitário RJ, Alberto Moszkowicz fez a abertura do evento destacando a trajetória profissional do novo embaixador como “diplomata por formação, poeta e escritor por vocação e sionista por opção” e que segundo ele, “personifica as oportunidades que as minorias, sejam Cristãos, Curdos ou Árabes têm de viverem e se desenvolverem em Israel juntos aos judeus, com liberdade, com humanidade e respeito ao próximo”.

Alberto destacou a grande mobilização decorrente do recente conflito em Gaza, e ao mesmo tempo, diante do recudrecimento do antissemitismo/antisionismo, a constatação de que os judeus da diáspora são vulneráveis sem Israel, e Israel é vulnerável sem os judeus da diáspora.

O embaixador Reda Mansour agradeceu a oportunidade e fez uma explanação sobre a atual situação no Oriente Médio, que considera o pior cenário de todos  os tempos. “Depois da Primavera Árabe, muitos países alternaram de lideranças políticas e hoje encontram-se divididos por várias facções sendo uma grande ameaça para o mundo. Países como  Síria, Líbia, Kwait, Iêmen, Berein e Iraque, por exemplo encontram-se destruídos pelos conflitos internos e isso representa também um grande perigo para Israel”, alertou.

Por outro lado, Reda Mansour destacou a democracia israelense e citou a população árabe  que vive em Israel e hoje tem cerca de um milhão e meio de pessoas. “Na Technion, uma das mais importantes Universidades de Israel, 25% dos alunos pertence à população árabe e todos convivem muito bem no território Israelense que é menor do que o Estado do Rio de Janeiro. Neste sentido,temos sempre que manter preservar esta paz interna, e buscar estabelecer vínculos de confiança mútua, para que seja possível a criação do Estado Palestino”.

Em relação ao Brasil, o novo embaixador classificou de “pequeno” o incidente diplomático ocorrido recentemente e que sua missão não é dar enfoque a política e sim a economia e a cultura. “Israel e Brasil tem negócios em torno de 1 bilhão e meio de dólares e isso para um país do tamanho de Israel é bem significativo. Queremos ampliar estes negócios e trazer um pouco da arte e cultura de Israel  para o Brasil. Estes são os nossos principais objetivos, pois não queremos que Israel seja visto como um país de conflitos, somos muito mais do que isso”, afirmou.  

Flashes do encontro:

 

 

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