Nossa Campanha

Uma ativista que “vai fundo” no trabalho comunitário

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Gisela Wajnberg com Mateus Solano e o Grupo Leão de Judá

 

“Graças ao Estado de Israel, os judeus da Diáspora podem

viver livremente em qualquer lugar do mundo…”

Filha e neta de ativistas comunitários, a advogada e ativista do Fundo Comuntário RJ, Gisela Schenker Wajnberg é  neta de Rosa Waisman que fundou o “Lar da Criança Israelita.

A mãe de Gisela, Paulina Waisman Schenker, ajudou a avó na fundação do Lar da Criança  e trabalhou também como voluntária no “Froien Farain” e na “Escola A.Liessin”.

O pai de Gisela, Norbert Schenker, foi ativista do ”Betar”, do” Bônus”, da “Chevra Kadisha”, da “Escola A. Liessin” e de diversas outras organizações judaicas. Contribuía também para a Universidade Hebraica de Jerusalém.

Gisela cresceu convivendo com esse trabalho e se tornou contribuinte de diversas organizações. Frequentou até a adolescência o “Betar”, trabalhou como voluntária na “Escola A.Liessin”, na “FIERJ” como diretora social durante a gestão de Osias Wurman e fui fundadora do Grupo Noar juntamente com Iliana Vaks. Atualmente é presidente do Grupo “Leão de Judá” do Fundo Comunitário RJ.

“O vírus do trabalho voluntário da família atingiu também meu marido, Abrão Wajnberg, que trabalhou  na “Escola A.Liessin” e participa do Conselho da Chevra Kadisha”, afirma Gisela, que fala  a seguir da sua trajetória comunitária

 . Como você interpreta a responsabilidade dos judeus da Diáspora em relação a Israel?

-Graças ao Estado de Israel, os judeus da Diáspora podem viver livremente em qualquer lugar do mundo e, em caso de aliá (voluntária ou proveniente de  antissemitismo) são recebidos em Israel que não só os acolhe como fornece ajuda gratuita durante o período de adaptação.
Para que Israel continue oferecendo essa ajuda e se mantenha como um país forte e sempre em desenvolvimento, não pode prescindir da ajuda dos judeus da Diáspora. Ajuda não só financeira, mas também de conscientização como  fazem as diversas organizações voluntárias que trabalham na divulgação dos acontecimentos e das  descobertas científicas de Israel, nas escolas locais, nas universidades, na mídia e nos diversos setores da sociedade.

.Quando e por que passou a ser ativista do Fundo Comunitário? Por que escolheu esta entidade para apoiar?

-Embora seja contribuinte do Fundo Comunitário há vários anos, passei a ser ativista há três anos a convite do Presidente do Fundo, Alberto Moszkowicz.
Meu pai, Norbert Schenker, era sionista ferrenho e sempre ensinou que Israel, além da nossa ajuda financeira, precisa também do nosso  trabalho voluntário ensinando  sempre que o judeu pode viver fora de Israel mas não sem Israel. Até então eu não havia trabalhado como ativista em prol de Israel devido às minhas diversas atividades  profissional , familiar,  comunitária e social, pois o ativista do Fundo precisa dispor de tempo. Embora, eu continue com diversas dessas atividades, achei que chegou a minha hora de apoiar Israel também como ativista, passando esse exemplo para meus filhos como meu pai o fez.

 . De que forma divulga o seu trabalho como ativista entre seus amigos?

-Assumi há  pouco tempo a presidência do Grupo “Leões de Judá” . Formei uma equipe de ativistas para me ajudar a divulgar os objetivos e a importância do trabalho e da ajuda prestada pelo Grupo a Israel. Ainda estamos em fase de organização. Pretendo conhecer pessoalmente cada Leoa e realizar reuniões e  eventos com a ajuda de todas que puderem, para trazermos novas contribuintes  e ativistas para o nosso Grupo, divulgando os projetos abraçados pelo Fundo Comunitário, oferecendo a possibilidade de apoiarmos um ou dois projetos atingindo as metas necessárias para o sucesso dos projetos.